
Autofágico coletivo é uma reflexão sobre a relação entre a prática da violência física e o consumo dos registros relacionados em vias digitais. Os desdobramentos do projeto questionam aspectos da linguagem e a significação do bandido no campo da realidade brasileira, através da exploração de fragmentos coletados sobre o massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim – Compaj, ocorrido em janeiro de 2017. O autofágico coletivo é uma publicação impressa composta por um processo de bricolagem, entre fragmentos diretos e indiretos relacionados ao massacre, que visa o resgate da narrativa em contraponto à informação.